• Caio Cesarião

Você é capaz de sonhar?


Obama é um ícone global da conscientização sobre educação. Em sua história como presidente dos Estados Unidos, levou diversas personalidades para Casa Branca, no intuito de divulgar as habilidades e prestigiá-las. Dentre elas, um tímido garoto de 17 anos altamente criativo e competente na execução de seus projetos (o link desta matéria está no final do texto). E por isso a reflexão.

Você é capaz de olhar para a forma de fazer educação, seja no ensino fundamental, médio, graduação ou pós, e desejar algo diferente? Enxerga algum projeto para melhorar algum processo em que você se sentiu prejudicado, sem ter como mudar na época?

Vamos sonhar um pouco... ou muito... “sonhar não custa nada”, “sonhar grande custa o mesmo tanto que sonhar pequeno”, então, vamos sonhar à vontade!

Visualizo professores realmente usando seu precioso tempo na elaboração de planos e conteúdos de aula, ao invés de sentir o tempo escorrer pelas mãos para executar aquelas chamadas para marcar presença e correções de prova. E porque não dizer que são tarefas chatas?

E o aluno? Visualizo-o construindo conhecimento (não somente sendo receptor), contando com uma escola mais próxima, valorizando seu tempo também, não só para o estudo, mas para uma visão mais real do mercado de trabalho, onde as decisões e resultados nunca vêm de uma única pessoa ou de sorte.

Visualizo o saber lidar com opiniões diversas, ter razão ou não e se fazer valer dela ou não, erros e acertos, fazendo prevalecer o ganho de conhecimento através de experiências reais e que integrem as pessoas.

Vejo os problemas que ocorrem ao longo do semestre (todos nós já tivemos pelo menos um) sendo tratados, de certa maneira, com atenção, velocidade e precaução devidas pela universidade pela qual escolhemos.

Será que teríamos, como pátria educadora, mais sucesso? Os estudantes estariam mais comprados com a ideia de se dirigem a um local para ganhar conhecimento, ou o EAD puro é o único caminho? Os pais enxergariam a educação como investimento e não como custo? (ainda temos esses exemplos). E por último, seriam projetos financeiramente sustentáveis?

Façamos da escola, um lugar pelo qual passamos muito tempo de nossas vidas, um local interessante para que todos desempenhem a função básica com eficiência máxima. E porque não, incluir no tempo útil, aprimoramento de outras competências? Liderança, empreendedorismo, educação financeira... E por que sim?

  • Boas ideias sem aplicação, entregas e persistência não passam de boas ideias.

  • Ser um destaque individual (ainda se lê boas notas em provas) está longe de significar ser um destaque profissional.

  • Se o objetivo é exclusivamente olhar pelo aspecto de acumular patrimônio, mais da metade dos bilionários do mundo não tem pós graduação. Em 2015, 32% deles sequer tinham diploma universitário.

Vamos sonhar... o que você acha que poderia ser melhorado na sua faculdade ou naquela que foi sua faculdade?

Trazendo para uma realidade mais próxima à nossa, ter um processo de matrícula e rematrícula moroso e condescendente com atrasos em pagamentos e sem controle de frequência, por exemplo, sinaliza para os alunos que o mundo é assim, sem consequências para o não planejamento financeiro e que a não pontualidade é uma questão de vitimização e não de compromisso e responsabilidade.

E o melhor momento? Para nós, o momento certo para mudança é AGORA.

E você? O que deseja para a escola nos próximos 1 a 5 anos? Não se esqueça de SONHAR...

El niño 'maker' prodigio que deslumbró a Obama ficha por un 'grande': 'Soy bueno em crear cosas'-

http://www.elmundo.es/economia/2014/11/26/5474d84dca47417b198b457f.html

#Maker #Educação #InovaMo #Inovação #Disrupção #Obama

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