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Maya, o Balofo, Peres de Nome Invertido e o Quentez. Quanto maior o desconto, maior a receita!?

August 28, 2018

Hoje vamos falar de um case de pessoas reais. Apesar dos apelidos que eles mesmo escolheram, as quatro figuras que dão título ao post são estudantes ou postulantes a um curso de graduação, submetidas a uma pesquisa com o objetivo de entender de onde vêm, o que fazem, onde vivem (parece até Globo Repórter!). Mas, primordialmente, compreender qual o nível de qualidade das escolhas que fizeram e/ou foram submetidas, o que esperar disso tudo e o que podemos desenhar para o futuro a curto e médio prazo.

 

O que têm em comum
Verificamos características importantes e decisivas quanto ao desempenho acadêmico. São algumas: nascidas no maior estado da Região Sudeste, dividem a casa com 2 pessoas, concluíram o ensino médio até o ano passado e puderam cursar o ensino fundamental no período da manhã.

 

Do lado da escolha de carreira, escolheram o que consideram ter mais aptidão e todos tiveram o apoio da família (ufa! Isso me fez lembrar os vários advogados e médicos que se formaram porque os pais quiseram). Parece bom?

 

Essas informações já nos dão uma maravilhosa notícia: o desempenho acadêmico no Enem destes alunos muito provavelmente é de médio para bom.

 

Mas... Devemos parar por aqui?

 

Alguém aí arriscaria dizer quem teve mais condições de tirar uma melhor nota no Enem? E qual a relação desta nota com o desempenho e evasão dentro da universidade? E sobre suas escolhas?

 

As diferenças
Vamos lá. É aqui que o trabalho de Analytics e Algoritmos Inteligentes fazem a diferença. Como existem peculiaridades entre pessoas, vamos destacar apenas algumas para reflexão:

  • Cada uma estudou de forma diferente no ensino médio: temos de escola privada sem bolsa até a escola pública.

  • As rendas da família vão de R$800 a R$8.000 (um décimo uma da outra!!!)

  • As ênfases dos cursos vão de Artes a Humanas.

 

As perguntas são as mais diversas: como direcionar o melhor curso para cada um? Ou mesmo... O aluno tem alguma ideia entre o real e esperado de uma carreira? Em que modalidade (mensalidade, financiamento público, financiamento privado, bolsa) deve se encaixar cada um?


Em resumo: quais os pontos de equilíbrio para que exista sustentabilidade financeira e qualitativa dos dois lados (aluno e universidade) e que não haja desistência pelo cliente no meio do caminho? Vamos lembrar que a taxa de evasão divulgada no setor bate os 30%!

 

Maya
Maya é uma pessoa esforçada. Contou com uma estrutura familiar bem estabelecida. Segundo seus dados, sua nota prevista com base nas notas históricas dos alunos no Enem é entre 650 e 700 (num possível entre 0 e 1000). Sobre a escolha de carreira, entendemos que foi bem fundamentada e que a chance de ter sucesso no futuro e ser feliz é grande.

 

O Balofo
Balofo é uma pessoa divertida. Vai precisar de um estímulo financeiro para dar sequência em alguma tarefa. Infelizmente, se fosse uma competição de preparação no ensino médio, ele seria o último, com uma nota ligeiramente acima da média nacional, entre 500 e 550. Em compensação, sobre a escolha da carreira, incrivelmente ele é o campeão. Sua escolha é pautada em aptidão, pesquisa, ponderação de pontos positivos e negativos, além de contar com a família e não ter medo de se arriscar.

 

Peres de Nome Invertido

A Peres de Nome Invertido foi a que obteve a maior pontuação. Ficaria ali entre 700 e 750. Aquela aluna que toda universidade quer disputar. Até entender que é a que possui maior chance de evadir por escolha de carreira. Por não ter compreendido muito bem algumas questões chave, a chance de se arrepender da escolha é maior.

 

O Quentez
Quentez é um aluno atarefado. Quis logo entrar na universidade, não perdeu um ano se quer. Possui uma ótima referência de nota também: entre 650 e 700, repetindo o feito da Maya, só que por caminhos diferentes que os levaram ao mesmo destino. Do lado acadêmico, fez uma escolha que se encaixa ao que espera, mas tem que tomar cuidado com o apego, caso encontre dificuldades no caminho.

 

Assustador

  • Um deles não tem condições financeiras de estudar. É o que menos tem chance de evasão pelo lado acadêmico. Mas está parado porque não lhe deram oportunidade. Ele deseja fazer Produção Audiovisual.

  • Um deles possui uma bolsa de 100%. E o salário da família bate R$4 mil mensais. Nada mal.

  • O que mais possui chance de evadir por não ter feito a melhor escolha de carreira é o aluno que paga a mensalidade mais barata, que vem de uma família que ganha R$7.500,00 por mês.

 

Hoje
O cenário, com base em dados reais captados dos próprios alunos, é apresentado a seguir:

Diante deste cenário, podemos sonhar com uma classe diferente? PODEMOS

 

Imagine que você seja o dono desta universidade e você pode tudo.

  • A família de Maya pode se comprometer a pagar um pouco para estudar? Sim

  • Você gostaria de dar uma chance de estudo ao Balofo, mesmo que para isso, tenha que lhe oferecer um descontão? Sim

  • A Peres de Nome Invertido, que ainda precisa de ajuda para ter certeza do curso escolhido, tem condições de pagar um pouco a mais? Tem

  • E o Quentez, poderia receber uma ligação da Universidade para ajustar seu fluxo de pagamento, já que possui o maior comprometimento de todos? Poderia

 

Com Analytics
Com os dados disponíveis e as inquietações listadas acima, foram realizados ajustes de descontos de mensalidade levando-se em consideração: potencial de conversão, preparação no ensino médio, aptidão a escolha do curso e condições financeiras.


Concluindo:

De quebra, promovemos uma equiparação no comprometimento de renda das famílias, condição não obrigatória para a apuração dos resultados.

 

Resultados
Fazendo o comparativo entre as duas situações, o resultado é interessante. Os indicadores praticamente foram todos melhorados.

Ou seja, com dados históricos e dados coletados para novos entrantes, é possível promover inclusão sem abalar a sensibilidade a preço. E o mais surpreendente: os descontos na linha final aumentaram, e aumentaram-se as receitas!

 

Parece contra-intuitivo para você?

 

 

 

Havendo interesse nos detalhes deste estudo e serviços da InovaMo, acesse www.inovamo.com.br e preencha o formulário no fim do site. Ou então, envie um e-mail direto para o contato@inovamo.com.br.

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