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9º ano e os impactos no Ensino Superior do Rio Grande do Sul

May 14, 2019

 

Uma mudança proposta pelo Ministério da Educação em 2006, por meio de uma nova Lei Federal, vem causando impacto não só nas instituições de Ensino Fundamental e Médio como nas universidades do Rio Grande do Sul.

 

Em 2016, milhares de alunos da rede particular e Estado ingressaram pela primeira vez no 9º ano. Isso ocorreu porque, a partir dos decretos 11.114/2005 e 11.274/2006, a maioria das escolas aderiram a duração do ciclo de Educação Fundamental de nove anos ao invés de oito.

 

A medida estipulou que todas as escolas, tanto públicas quanto particulares, deveriam aderir ao novo modelo até 2010, com matrícula a partir dos seis anos, e não mais dos sete. A idade da chegada ao Ensino Médio permaneceria a mesma, 15 anos, mas os alunos do novo sistema terão um ano a mais de preparação.

 

O diferencial do Estado do Rio Grande do Sul foi que, o processo de adequação às leis foi concluído apenas em 2016. Desta maneira, as escolas não tiveram o 1º ano do Ensino Médio, já que os alunos do 8º ano foram para o 9º.

 

Por conta da adequação tardia, foram criadas lacunas de salas de aula no Ensino Médio. Consequentemente, os professores que atuariam nessas turmas tiveram suas cargas horárias reduzidas. 

 

Em 2019

 

A proposta de um Ensino Fundamental de nove anos, começou efetivamente há cerca de uma década no país. No Rio Grande do Sul a Educação Básica teve um sobressalto em 2018, quando muitas escolas privadas ficaram sem turmas do 3º ano do Ensino Médio, assim como já ficaram sem turmas de 1º e 2º ano em 2016 e 2017 respectivamente.

 

A diferença deste ano para os anteriores é que, esta lacuna traz reflexos nas instituições de Ensino Superior e nos cursos que se dedicam à preparação para vestibulares, os famosos “cursinhos”.

 

O Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung) estima queda de 70% na participação de estudantes que concluíram o Ensino Médio na hora de prestar os vestibulares.

Os outros 30% devem ser garantidos pela participação de alunos de escolas públicas, cuja implantação do 9º ano ocorreu em conjunto à manutenção do Ensino Fundamental com oito anos.

 

Outros impactos

 

Atualmente, no Rio Grande do Sul pode-se observar impactos em todos os níveis da Educação (da Educação Infantil ao Ensino Médio) seguindo uma tendência que já é registrada ano a ano. 

 

De acordo com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), nas escolas estaduais gaúchas, o número de matrículas teve uma redução de 5,42% em um ano, passando de 930.616 em 2017 para 880.168 em 2018. Os números fazem parte do Censo Escolar da Educação Básica 2018.

 

Segundo ainda a mesma pesquisa, foram fechadas 37 escolas no estado de 2017 para 2018. Seguindo a mesma tendência, o mesmo com as turmas em cinco anos, de 2014 para 2018, havendo redução de 11,7%.

 

Há ainda um outro fator. A Secretaria Estadual da Educação (Seduc) atribui os números, em parte, à queda na taxa de natalidade e ao crescimento vegetativo negativo na maior parte das regiões do Rio Grande do Sul.

 

A InovaMo

 

Pensando em auxiliar em problemas como esses, a empresa InovaMo, especializada em aplicar soluções no mercado de educação, através de seu expertise e ferramentas, oferece algumas soluções.

 

A retenção de alunos, por exemplo, pode ser potencializada com a Inteligência Artificial. Para combate à evasão,  a InovaMo constrói algoritmos que possibilitam prever quais alunos possuem alta probabilidade de desistência do curso e auxilia na adoção de estratégias mais assertivas para a retenção desses clientes.

 

Além de evitar a evasão, uma outra opção para as instituições de ensino do Rio Grande do Sul é trabalhar na captação de novos alunos. A InovaMo destaca duas frentes:

 

  1. Melhorar as campanhas de marketing on-line, buscando ser mais assertivo na penetração de ofertas ao público jovem;
     

  2. Ajustes nos processos de acionamento dos clientes que já estarão participando do processo seletivo, permitindo o desenho de ofertas com maior sinergia com as necessidades dos novos alunos entrantes.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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