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O conceito do sucesso para as profissões do futuro não será mais o mesmo

July 8, 2019

Cada vez mais novas tecnologias se inserem no dia-a-dia. O mercado de trabalho tem se adaptado a essas novas mudanças que abrem novas possibilidades, mas, ao mesmo tempo limitam as ofertas de emprego, já que algumas funções podem ser desempenhadas por inteligência artificial ou outros recursos disponíveis. 

 

No Brasil, o trabalhador começa a ver a necessidade de se adequar ao novo contexto, buscando atualizar seus conhecimentos técnicos para se adaptar às novas formas de produção baseadas na Indústria 4.0.

 

Além de atualizar conhecimentos técnicos, outra cobrança do mercado está relacionada a aquisição de competências socioemocionais, ou seja, habilidades como trabalhar em equipe, comunicação e criatividade.

 

Analisando as novas perspectivas de mercado, a BBC realizou uma pesquisa a qual aponta que 65% das crianças que hoje estão entrando no Ensino Fundamental irão trabalhar em funções completamente novas. De acordo com o relatório publicado pelo World Economic Forum, em 2016, as profissões como Direito, chamadas seguras, sofrerão mudanças.

 

Há ainda uma tendência apontada pelos futurologistas de que apenas 20% a 30% dos empregos do futuro não seriam familiares ao nosso cotidiano atual. A expectativa, segundo Devin Fidler, diretor de pesquisas do Institute for the Future, um centro de pesquisa sem fins lucrativos focado na previsão de longo prazo, é de que algumas dessas mudanças deverão atingir o mercado de trabalho ainda na próxima década.

 

Ocupação perde espaço para a realização

 

Muito já se ouve falar hoje sobre transição de carreira com intenção de realização pessoal. As carreiras focadas em salário e nível hierárquico não são mais ligadas a ideia de sucesso. Essa mudança de comportamento começou com a entrada da chamada geração Y (nascidos entre 1980 e 1995) no mercado de trabalho. Estes novos trabalhadores iniciaram o questionamento da eficiência dos modelos anteriores.  

 

A nova cultura em formação está mais focada na autorrealização do que na remuneração. Para eles, essa é nova carreira de sucesso. Os profissionais atuais têm o desejo de, com seu trabalho, trazer soluções positivas para a sociedade e não só mais para si próprio.

 

A busca por novas habilidades

 

Com a evolução tecnológica, não foi só o trabalhador que mudou sua visão de realização profissional. As empresas também mudaram a forma que realizam seus processos seletivos por verem a necessidade no mercado. O novo contexto exige muito mais que habilidades técnicas. O mercado busca hoje por profissionais capacitados e que tenham inteligência emocional, ou seja, capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a saber lidar com eles.

 

A inteligência emocional se dá quando conseguimos conciliar o lado emocional e racional, neutralizando emoções negativas, as quais produzem um comportamento destrutivo. A intenção dessa competência é potencializar as emoções positivas, gerando resultados legais não só na área profissional como pessoal. 

 

A inteligência emocional é baseada em cinco pilares. Entendê-los e aplicá-los no dia-a-dia possibilitará a construção de relações mais saudáveis e tomada de decisões conscientes. São eles: conhecer as próprias emoções, saber controlá-las, automotivação, empatia e por fim, saber se relacionar interpessoalmente.

 

Além disso, os especialistas ainda destacam outras competências para os profissionais do futuro.

 

Capacidade de aprendizado

 

A dica aqui é: recicle seus conhecimentos. Cursar apenas uma graduação e passar anos em uma mesma empresa não serão mais comportamentos comuns. Com a tecnologia, reciclar os conhecimentos é necessário para não se tornar obsoleto. O questionamento que fica é: os profissionais estão preparados para se atualizarem constantemente?

 

Capacidade autodidata e investimentos em centros de formação

 

Com a nova dinâmica, muitos optam em aprender por conta própria. Neste sentido, os centros de formação e as universidades veem a necessidade de se adaptarem às novas necessidades do mercado. Oferecerem opções de cursos de atualização profissional e EAD para aqueles que não têm tempo hábil de deslocamento são só algumas das tendências de investimentos para o futuro. 

 

Capacidade resolutiva

 

Com a velocidade da informação, hoje a demanda do mercado é por profissionais com alta capacidade de resolução de problemas. Uma simples postagem em uma rede social pode ser a ruína de uma grande empresa em poucos minutos. 

 

Raciocínio rápido, conhecimento adequado, propor soluções rápidas e trabalhar sob pressão, são uma das habilidades exigidas. 

 

Idiomas

 

Atualmente vivemos em mundo interconectado. Então, ter a capacidade de se comunicar com outras culturas e mercados tem se tornado essencial. Hoje é possível montar uma pequena empresa ou startup e ter clientes na Rússia ou Japão, para lidar com uma situação assim o inglês e outros idiomas são indispensáveis.

 

Dinamismo

 

Hoje é vivenciada uma mudança constante em alta velocidade. A chave do sucesso é estar preparado para tanto progresso. Ter desenvolvida uma visão global, baseada em capacitação e formação profissional é a grande chance de se desenvolver neste novo contexto. 

 

A Revolução 4.0

 

A Revolução 4.0 não é mais uma novidade. Adquirir habilidades comuns a todas as profissões se tornou uma necessidade. Não é só porque você tem uma formação na área de humanas que não deva ter conhecimentos em exatas, e vice-versa. 

 

A exigência de novas habilidades no mundo corporativo se tornou um porta de entrada para quem quisesse ingressar ou permanecer no mercado de trabalho. Essa necessidade surgiu com a revolução provocada pelos computadores e, atualmente, é uma tendência para qualquer processo seletivo. Ser mais humano, saber lidar com emoções, ter capacidade de resolver problemas e ser realizado profissionalmente é o emprego do futuro. 

 

Com a Revolução 4.0, novas competências serão imprescindíveis para todo tipo de profissional. Então, tanto o mercado como os profissionais devem estar dispostos a se alimentar de novos conhecimentos através de instituições de ensino preparadas para a nova demanda.

 

Why jobs of the future won't feel like work | David Lee

 

3 myths about the future of work (and why they're not true) | Daniel Susskind

 

How we'll earn money in a future without jobs | Martin Ford

 

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