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Inovação nas universidades e o apoio empresarial

October 16, 2019

 

Apesar das dificuldades de inovações nas universidades chegarem ao mercado, três em cada quatro universidades brasileiras registraram pelo menos um pedido por ano de patente de 2007 a 2016, Esse dado coloca essas instituições entre os maiores inventores do país, ao mesmo tempo que as empresas e o governo poderiam priorizar o investimento em projetos acadêmicos.

 

No segmento privado, quem lidera o RUF 2018 (Ranking Universitário da Folha de São Paulo), é a PUC do Rio Grande do Sul, seguida pela PUC-RIO e pela PUCPR. A primeira que desponta localizada em São Paulo é o Mackenzie. Do Norte e Nordeste, a Unifor é a que mais se destaca.

 

O RUF utiliza informações do Censo da Educação Superior, Enade, Inpi, Capes, CNPq, entre outras instituições, e mais duas pesquisas anuais do Datafolha.

 

Acesse aqui o RUF 2018: https://ruf.folha.uol.com.br/2018/ranking-de-universidades/

 

Inovação é sinônimo de tecnologia. Mas, para que a inovação se torne tecnologia é preciso ser colocada à disposição da população. O caminho para o desenvolvimento disso depende de uma empresa que possa ser a ponte entre as novas ideias e a oferta delas no mercado.

 

Para que uma empresa decida investir em uma criação acadêmica é preciso se basear em alguns pilares. Tudo começa com uma pesquisa científica feita geralmente pela própria universidade. Depois dessa fase, vem o desenvolvimento do projeto de tecnologia, para então colocar em testes. É somente nesse momento de colocar o produto a prova que se tem ideia se aquela tecnologia vai ser produzida em escala de demonstração, para, então, chegar à escala de mercado. Exige-se alto investimento em capital e tempo.

 

Apesar deste alto investimento, o fortalecimento de parcerias de indústrias, a  vinculação com parques tecnológicos, a abertura de agências próprias de inovação e a adoção de um perfil mais empreendedor na formação de seus estudantes são algumas medidas que motivam as universidades na capacitação de inovações.

 

Na medida que as instituições de ensino oferecem um sólida formação em ciência e tecnologia aos seus alunos, acabam por proporcionar ao ambiente universitário o surgimento de soluções criativas para problemas que ultrapassam os seus próprios limites e implicam em milhares de vidas.

 

Segundo especialistas, o distanciamento entre as instituições de ensino e o setor empresarial interfere diretamente na produtividade e na competitividade das empresas, pois assim como elas, as universidades também contribuem para o desenvolvimento econômico do país. Há interesses distintos em alguns aspectos, porém os dois setores têm objetivos complementares em relação às pesquisas. As faculdades buscam ampla divulgação dos resultados enquanto as companhias visam o lucro e a sobrevivência frente à concorrência.

 

Exemplo bem-sucedido

 

Como exemplo de sucesso entre essa parceria entre instituições de ensino e o setor empresarial está a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a MJV Tecnologia e Inovação. A companhia  implementou um laboratório de inovação destinado a transformar ideias em realidade. 

 

No espaço, os alunos têm a possibilidade de explorar a metodologia do Design Thinking para investigar, prototipar e criar soluções e respostas que geram resultados inovadores, além de outras atividades.

 

Para reforçar a importância do ranking, a UFRJ é a segunda no RUF, atrás somente da USP.

 

Os resultados internos

 

É dentro das universidades que os grandes investidores vão encontrar colaboradores em forma de alunos dedicados, que podem se tornar futuros talentos ao agregar seu quadro de funcionários.

 

Ao criar projetos de colaboração com instituições acadêmicas, as empresas têm a possibilidade de obter resultados durante  o processo de pesquisa. Outra vantagem dessa parceria é o acesso aos mais recentes resultados de pesquisa e novas metodologias inovadoras. As pessoas que já fazem parte do quadro de funcionários das empresas têm a chance de se atualizar com o que há de mais moderno em pesquisa acadêmica.

 

Essa parceria é uma abordagem mútua: as empresas oferecem insights de negócios e os alunos contribuem com conhecimentos já comprovados e/ou testes de novas possibilidades e invenções que enriquecem o mercado e podem facilitar o dia a dia da população, cumprindo um dos papéis fundamentais das universidades.

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  • Presença Digital: Solução em que o processo de chamada é simplificado, pois os alunos registram a frequência através dos próprios celulares. Esta é uma excelente ferramenta de fidelização, pois trabalha o engajamento dos alunos para as aulas presenciais, bem como gerador de dados comportamentais e facilitador do processo de registro de presença, etc.

 

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